A direcção pretende atingir os seguintes objectivos: Mais jogos de futebol, Mais competição, Mais receitas, Mais patrocinadores, Mais tecnologia, Mais solidariedade na distribuição de receitas, Mais inovação nos regulamentos, Mais juventude e mulheres nas bancadas e nos campos, Mais festa, Mais público.
O Presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional
Nome: Mário Silvares de Carvalho Figueiredo
Orgãos Sociais da Liga
Assembleia Geral, sua Mesa e seu Presidente
Presidente: Carlos Deus Pereira
Secretários: José Fernando Leitão Sequeira e Mário dos Santos Paiva
Comissão Executiva
Directora: Carmen Andreia da Silva Couto
Director: José Sampaio e Nora
Comissão Disciplinar
Presidente: Júlio Manuel Vieira Gomes
Vogal: Armando Manuel Andrade de Lemos Triunfante
Vogal: Ricardo Jorge Marques Candeias
Vogal: João Manuel do Nascimento Faria Gayo
Vogal: José Carlos Barbosa
Suplente: José Miguel dos Santos Reis Sampaio e Nora
Suplente: Victor Manuel Taveira Fernandes
Comissão de Instrução e Inquérito
Presidente: Cláudia Santos
Vogal: Pedro Coelho Simões
Vogal: Vasco Cavaleiro
Comissão Arbitral
Presidente: José Manuel da Mota Ponce de Leão
Vogais efectivos:
António José Fonseca Ramos
Manuel Maria Duarte Soares
Arlindo Manuel Teixeira Pinto
Cândido Pelágio Castro de Lemos
Olga Maria Maurício
António Alberto Barbosa Ferreira de Pinho
Jorge Manuel Alves de Almeida Esteves
José António Oliveira Coelho
Maria de Fátima Gonçalves Braga Monteiro Pinho
Vogais Suplentes:
Vitor Domingos de Oliveira Salazar Unas
Helder Rui Gonçalves Magalhães Elias Claro
Conselho Fiscal
Presidente: José Domingos da Silva Fernandes
Vice-Presidente: José Carlos de Carvalho Velez
Vogais:
Francisco Manuel de Noronha e Távora de Sá Morais
Armindo Fernandes da Costa
Ana Raquel Borges Louro Esperança Sismeiro
Suplente:
Luis Guilherme de Noronha e Távora Pinheiro Torres
Orientações estratégicas
A Liga tem metas ambiciosas, que pretendem colocar o futebol profissional português ao nível mais elevado, no que respeita às competições de clubes, fazendo diminuir o fosso que o separa dos países com um futebol mais evoluído e melhor colocado nas tabelas internacionais. Para atingir um objectivo de qualidade em termos de espectáculo e competitividade, a Liga pretende:- Mais jogos de futebol
- Mais competição
- Mais receitas
- Mais patrocinadores
- Mais tecnologia
- Mais solidariedade na distribuição de receitas
- Mais inovação (nos regulamentos)
- Mais público nos estádios
- Mais juventude (nas bancadas e nos campos)
- Mais festa
Factos e números
As competições
A Liga organiza três competições, Liga Zon Sagres, Segunda Liga e Taça da Liga, com a participação de 32 clubes profissionais.
A Liga Zon Sagres reúne os 16 clubes que competem no escalão máximo do futebol profissional, em 30 jornadas. Uma equipa qualifica-se directamente para a Liga dos Campeões, outra disputa o acesso na terceira pré-eliminatória. Duas qualificam-se para a Liga Europa. Há ainda outra qualificação para a Liga Europa em resultado da participação na Taça de Portugal, organizada pela Federação Portuguesa de Futebol. Os dois últimos classificados descem à Segunda Liga.
Na Segunda Liga, a partir da época 2012-13 participam os outros 16 clubes profissionais mais seis equipas B, num total de 42 jornadas. No final, os dois melhores classificados sobem à Liga Zon Sagres e os dois últimos descem de escalão, sendo substituídos pelos dois melhores da Segunda Divisão B.
Os 32 clubes profissionais competem na Taça da Liga, desde a época 2007-08. A excepção são sas Equipas B.
A Taça da Liga é uma prova disputada através de eliminatórias entre as equipas profissionais, com o vencedor a ser encontrado numa final.
Organização dos jogos
Todos os jogos são supervisionados por um corpo de 60 Delegados da Liga, (normalmente são nomeados 2 para cada partida), a quem compete:
- Desenvolver uma acção preventiva e pedagógica nos jogos, fomentando o espírito de fair-play junto dos agentes desportivos;
- Verificar, em coordenação com o Director de Campo, o Director de Segurança e o Comandante das Forças de Segurança, as condições de segurança do estádio e o cumprimento das medidas preventivas legal e regulamentarmente estabelecidas a adoptar em caso de emergência ou manifestações de violência;
- Verificar juntamente com o Árbitro as condições técnicas do campo;
- Fiscalizar o bom cumprimento das normas regulamentares na organização e realização do jogo bem como as condições da publicidade e acções promocionais dos patrocinadores oficiais da Liga;
- Colaborar com o médico da Brigada Antidopagem;
- Elaborar e remeter à Liga um relatório de todas as ocorrências relativas ao normal decurso do jogo.